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Eddie would go

The Eddie: A Lot Can Change in 7 Years

Words: Brendan Buckley

The human body is capable of undergoing massive transformations in that span of time. Revolutions can arise. Empires can fall. Trends can come, and trends can most certainly go. But one thing that cannot change in seven years — or any amount of time, for that matter — is the spirit of The Quiksilver In Memory of Eddie Aikau surf contest.

The event is an invite-only gathering at Waimea Bay on the North Shore of Oahu, and it has not run in 7 years. Every other surf contest in the world is centered around the ocean and leaves the decision-making up to the people, but The Eddie changes that. It allows the ocean call the shots. It provides an empty sheet and a ballpoint pen, but the script is only to be written by the forces of the wild. The event won’t run unless the waves are big enough to shake the earth and conditions like that are a bona fide rarity. In its 31-year history, The Eddie has only been held 8 times.

“That’s one of the things that makes it so special,” says invitee Jamie O’Brien. “They don’t call it three or four days in advance. We see a swell coming and everybody comes over to Hawaii if they’re not already here. Then we wake up that day and if it’s on, it’s on. “

As fate has it, we’re currently seeing a swell coming and for the first time in 6 years the event has been green-lit.

2009 was the last time The Eddie ran. Andy Irons surfed in it that year. Instagram didn’t even exist back then. John John Florence was only 16 and Boom Boom Pow by The Black Eyed Peas was officially the hottest song of the year. Thankfully, some things have changed.

Some things will be different this year. The roster is ever-evolving, and each ceremony features a different list of surfers. Big wave surfing itself has changed a lot in those years. But something that hasn’t changed is the spontaneity of it all. The realness, the rawness. The spirit of The Eddie.

February 10, 2016, the Bay will call the day.

ENTENDENDO AS PREVISÕES DE ONDA

MANUAL DO SURFISTA: ENTENDENDO AS PREVISÕES DE ONDA

Como saber se o mar está bom para peixe? Ou melhor ainda, para o surf?

Com a onda tecnológica indo de vento em popa, estão surgindo novos meios de saber qual é a praia ideal para ir praticar o esporte, de acordo com a modalidade que você escolher.

Além dos websites com previsões de onda, apareceram também os aplicativos com a mesma função; ideais para quando você está longe de um laptop ou computador. Mas mesmo com os APPs, é necessário saber interpretar as informações que eles te passam.

Por exemplo: você tem que saber a intensidade e direção dos ventos e o período da ondulação para saber quantos dias vai durar o swell. Os mapas de previsão mostram tudo isso, mas é preciso prática para interpretá-los. Eles mostram a direção, o tamanho da ondulação e a que distância ela está da costa.

Uma coisa que faz toda diferença é saber que tipo de ondulação e de vento são bons para as praias que você freqüenta. No Brasil, a maioria das praias possui fundo de areia, poucos picos têm fundo de pedra ou coral, então é preciso saber se o fundo da areia está bom, pois isso costuma mudar com freqüencia. Mas saber a direção da ondulação e o vento é fundamental para garantir uma boa sessão de surf.

Claro que ler os mapas e entendê-los é necessário muita experiência no assunto, mas dá para aprender.

Aplicativos gratuitos

Waves App
Aplicativo oficial do portal Waves, com todo o conteúdo do site. Além de oferecer acesso rápido e interativo ao conteúdo, o aplicativo permite o compartilhamento de informações sobre a condição do mar de onde a galera estiver. Basta conectar-se aos seus amigos e registrar o histórico do seu dia-a-dia nas ondas. É uma espécie de rede social para surfistas.

Surf Report
O Surf Report é um aplicativo patrocinado pela Oakley que permite ao usuário verificar como estão as ondas em diversas praias do mundo, assistir a vídeos, ler as últimas notícias sobre o esporte e saber onde os atletas da marca gostam de navegar, por meio do Oakley Time Rider Bios.

Oakley Report
O Oakley Report é a versão do Surf Report focada no público brasileiro. Totalmente em português, o aplicativo traz informações sobre as nossas praias, a previsão do tempo para a semana, direção e força do vento, tábua de marés e altura das ondas.

Surfline
Especializado nas previsões do oceano, o Surfline tem um modelo para medir a onda chamado LOLA. Ele também usa o GPS para encontrar o local mais próximo a você, o que é ótimo quando está no meio de uma viagem. Os relatórios são detalhados e, além da altura das ondas e do vento, também apresenta uma descrição do dia e previsões de até dois dias.

teoria das rabetas de pranchas de surf

Aprenda a teoria das rabetas de pranchas de surf

Início de ano, promessas a cumprir e novas perspectivas. 2014 foi o auge do surf brasileiro com o primeiro campeão mundial da elite, e nós sabemos que você quer aprender a dar aquele aéreo que só vê nos vídeos, ou aquela rasgada irada que seu brother completa com maestria. Bom, antes da prática, vem a teoria.

Em uma sequência de posts iremos explicar e exemplificar: tipos de rabetas, decks, o fundo e as bordas de uma prancha de surf, além do outline, rocker (ou envergadura), foil e quilhas ideais para cada tipo de prancha e de surfista. Curtiu a ideia, não é? Então, mãos a obra galera.

Quiksilver Brasil Rabetas Matt Banting Daniel Smorigo WSL

Foto: Daniel Smorigo/WSL

A rabeta nada mais é que a traseira da sua prancha, e existem pelo menos nove tipos diferentes para dar estabilidade e ajudar os surfistas nos movimentos que cada onda pede. Entre as opções mais comuns estão:

Pin: Ideal para as ondas de tamanho e pesadas, mantém a prancha firme e proporciona mais segurança dentro de grandes tubos. Caracteriza curvas longas e muito controle em alta velocidade.

Round Pin: Perfeita para pranchas pequenas e médias, pois possibilita manobras mais limpas e redondas. Geralmente usada por surfistas que buscam diminuir a largura da rabeta de pranchinhas largas, gerando mais estabilidade.

Square: Tem suas pontas mais quebradas, o que a faz perfeita para ondas que quebram verticalmente. Possibilita equilíbrio e mobilidade na parede da onda, mas falha em manobras com muita curva. Dane Reynolds fez com que ela voltasse à cena nos último anos, e só ele sabe o controle necessário para desfrutar com elegância dessa rabeta complicada.

Quiksilver Brasil tipos rabetas 1

Swallow: Funciona para qualquer tipo de prancha e é possível realizar manobras mais ágeis. Desenvolvida para quebrar a linha da manobra mais facilmente e retornar a onda com a mesma facilidade, tendo uma resposta rápida.

Round Swallow: Tem atributos bem semelhantes aos modelos swallow e swallow fish, e dificilmente você distinguirá as três dentro do mar. Proporciona a mesma facilidade em manobras quebradas.

Fish: Também desenvolve-se em qualquer tipo de prancha, só é um pouco mais larga que a Swallow, normalmente usada em modelos biquilhas, largos e pequenos. Igualmente feita para dar agilidade nas manobras e retornos.

Quiksilver Brasil tipos rabetas 2

Squash: Talvez seja esta a mais popular entre os surfistas, permite alta velocidade para finalizar manobras longas e fortes. Adapta-se ao surf de ondas menores, que exige habilidade de se direcionar sem perder a velocidade.

Round Squash: Sem dúvidas a rabeta mais clássica entre surfistas de todas as idades. Assim como a Squash e a Diamond, é a que melhor representa no surf de ondas pequenas e médias. Boa para todos os tipos de pranchas, sofre adaptações básicas dependendo do tamanho da onda desejada.

Diamond: Trata-se praticamente da mesma ideia da Squash, velocidade, manobras longas e pesadas, em ondas de pequeno a médio tamanho. Diferencia pouca coisa na largura, dando mais segurança nas curvas.

Quiksilver Brasil tipos rabetas 3

Agora você já pode dizer que sabe um pouco mais sobre rabetas de pranchas. Para se tornar um expert vai mesmo ter que acompanhar nossos posts específicos na sequência das publicações. A próxima aula online será sobre decks e fundos de pranchas, fica ligado!